Eu estou de acordo com o secretário-geral da ONU quando ele considera que nem a homossexualidade nem o acto homossexual devem ser considerados como crimes. Desde logo porque a homossexualidade é um problema do foro psicossomático e ninguém deve ir para a cadeia (ou ser executado!) por ter algum tipo de distúrbio mental; e depois, porque não pode ser recusado ao ser humano o exercício da sua consciência.
Porém, a agenda política gayzista, patrocinada pela ONU, não pretende apenas descriminalizar o acto homossexual nos países islâmicos: pretende a celebração da cultura gayzista, como está a acontecer em alguns países da Europa, nomeadamente em Inglaterra.
O problema é que não parece ser possível estabelecer um limite ou fronteira racionais entre a descriminalização do acto homossexual, por um lado, e a manutenção da ordem social conforme a natureza, por outro lado. Parece que a descriminalização do acto homossexual leva inexoravelmente à celebração social e política da cultura niilista e gayzista — ou seja, a compaixão humana em relação à condição homossexual parece conduzir necessariamente a uma supremacia política da cultura contra-natura gayzista.
Parece que a tolerância em relação aos gays leva necessariamente à intolerância dos gays em relação à sociedade.